Material obtido por operativos durante atuação em campo na região de Dunkirk, Belgica em 1940.
Pequenos pedaços de uma figura estilizada em pedra-argila, combinando características humanoides e batráquias. Destruída durante confronto com forças alemãs.
Documentos coletados durante missão sugerem ser uma representação rudimentar de algum tipo de panteão marítimo adorado por um povo identificado como caçadores-coletores de Maglemosian, suposta cultura que vivia na região até seu desaparecimento em 6000ac.
Análises de setores da inteligência sugerem que a estatueta destruída fosse não apenas um objeto de adoração, mas um instrumento de cunho sobrenatural para realização de desconhecido rito para uma forma de comunhão/acordo com criaturas marinhas avistadas durante operação (ver documento MCM VII e VIII).
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